domingo, 5 de maio de 2019

04/04/2019_ “Novas Práticas de Leitura e Escrita: Letramento na Cibercultura"


NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA: LETRAMENTO NA CIBERCULTURA

 Adriana Aparecida de Almeida Marcolin

A leitura do artigo “Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura”, escrito por Magda Soares (2002), possibilita algumas reflexões sobre a cibercultura, ou seja, confronta as tecnologias tipográficas e as tecnologias digitais de leitura e escrita, assim como os seus efeitos em diferentes modalidades de letramentos.
Segundo SOARES (2002), os mecanismos de produção de leitura e escrita oportunizam aos indivíduos, condições de desenvolvimento de competências variadas de letramentos, considerando que letrar, é uma “ação educativa de desenvolver o uso de práticas sociais de leitura e de escrita, para além do apenas ensinar a ler e a escrever, do alfabetizar”.
Desta forma, as tecnologias digitais podem servir como mecanismo de produção, reprodução e difusão da leitura e da escrita, em práticas de letramentos, com a vantagem de contribuir para a promoção da aprendizagem ativa, superando os tradicionais modelos em que o aluno se apresenta passivo.
No letramento digital, os movimentos de construção do conhecimento promovem o aprendiz ativo, sendo a tecnologia uma ferramenta de apoio aos processos existentes, já que se evidencia como objeto para provocar e potencializar os processos de ensino e de aprendizagem, nos espaços de interação e comunicação. Portanto, as práticas educativas de letramento digital nas escolas suscitam considerar que o letramento preconiza as ações de pesquisa, publicação e comunicação digital.

Referências

SOARES, Magda. Novas Práticas de Leitura e Escrita: Letramento na Cibercultura. Educ. Soc., Campinas, vol. 23, n. 81, p. 143-160, dez. 2002. Disponível em http://www.cedes.unicamp.br. Acesso em 08 maio 2019.

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