NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA
E ESCRITA: LETRAMENTO NA CIBERCULTURA
Adriana
Aparecida de Almeida Marcolin
A leitura do artigo “Novas
práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura”, escrito por Magda Soares (2002), possibilita algumas reflexões
sobre a cibercultura, ou seja, confronta as tecnologias tipográficas e as
tecnologias digitais de leitura e escrita, assim como os seus efeitos em
diferentes modalidades de letramentos.
Segundo SOARES (2002),
os mecanismos de produção de leitura e escrita oportunizam aos indivíduos, condições
de desenvolvimento de competências variadas de letramentos, considerando que
letrar, é uma “ação educativa de desenvolver o uso de práticas sociais de
leitura e de escrita, para além do apenas ensinar a ler e a escrever, do
alfabetizar”.
Desta forma, as
tecnologias digitais podem servir como mecanismo de produção, reprodução e
difusão da leitura e da escrita, em práticas de letramentos, com a vantagem de
contribuir para a promoção da aprendizagem ativa, superando os tradicionais
modelos em que o aluno se apresenta passivo.
No letramento
digital, os movimentos de construção do conhecimento promovem o aprendiz ativo,
sendo a tecnologia uma ferramenta de apoio aos processos existentes, já que se evidencia
como objeto para provocar e potencializar os processos de ensino e de
aprendizagem, nos espaços de interação e comunicação. Portanto, as práticas
educativas de letramento digital nas escolas suscitam considerar que o
letramento preconiza as ações de pesquisa, publicação e comunicação digital.
Referências
SOARES, Magda. Novas Práticas de Leitura
e Escrita: Letramento na Cibercultura. Educ. Soc., Campinas, vol. 23, n.
81, p. 143-160, dez. 2002. Disponível em http://www.cedes.unicamp.br.
Acesso em 08 maio 2019.
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