domingo, 5 de maio de 2019

11/04/2019_ “Leitor ubíquo e suas consequências para a educação"


LEITOR UBÍQUO E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A EDUCAÇÃO

Adriana Aparecida de Almeida Marcolin

A leitura do capítulo “Leitor ubíquo e suas consequências para a educação”, produzido por Lucia Santaella (2014), expressa o relato sobre o sucesso na utilização da rede social Facebook na Universidade de Buenos Aires. Para contextualizar o projeto, emergiram questionamentos acerca do ensino dirigido por meio das redes sociais e o perfil cognitivo dos usuários, considerados pela autora, leitores prossumidores, ou seja, leitores produtores e consumidores de textos multimídia.
De acordo com Santaella (2014), os hipertextos se tornam hipermídias que conduzem a outros documentos textuais, imagens, músicas e/ou vídeos, como possibilidade de acesso à realidade virtual como espaço de difusão e expansão da leitura e da escrita, contribuindo, portanto, para a democratização do espaço virtual.
Assim, considera-se que o leitor apresenta habilidades distintas, seja na ordem das percepções, sensório-motoras ou cognitivas. Por isso, designa-se o tratamento de contemplativo, movente, imersivo e ubíquo.
Para explicar estas definições, Santaella (2014), apresenta que o leitor contemplativo prioriza o livro impresso e as imagens expositivas, preferindo leituras individuais e silenciosas.
De outra forma, o leitor movente se adapta ao ritmo dos centros urbanos, já que lê o mundo em movimento e de maneira dinâmica, enquanto o leitor imersivo transita pelos documentos, vídeos, imagens, músicas, navegando em diferentes telas.
Contudo, numa integração entre as características do leitor movente e do leitor imersivo, Santaella (2014) designa o leitor ubíquo, já que aproveita os recursos de diferentes recursos tecnológicos, incluindo os dispositivos móveis, para acessar a leitura em qualquer espaço e tempo, além de utilizar de estratégias de navegação que incluem o escaneamento, navegação e busca até atingir o objetivo em profundidade.
Diante do exposto, a educação se torna um grande desafio porque requer a integração de várias estratégias que contemplem os anseios dos quatro tipos de leitores, considerando que todos coexistem e se complementam.

Referências

SANTAELLA, Lucia.  Leitor ubíquo e suas consequências para a educação. In: TORRES, Patrícia Lupion (Org.). Complexidade: redes e conexões na produção do conhecimento. Curitiba: SENAR - PR., 2014b. p. 27-44. Disponível em: ˂http://moodle.vacaria.ifrs.edu.br/pluginfile.php/7193/mod_resource/content/3/2_01_O-leitor-ubiquo.pdf˃. Acesso em: 11 abr 2019.

04/04/2019_ “Novas Práticas de Leitura e Escrita: Letramento na Cibercultura"


NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA: LETRAMENTO NA CIBERCULTURA

 Adriana Aparecida de Almeida Marcolin

A leitura do artigo “Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura”, escrito por Magda Soares (2002), possibilita algumas reflexões sobre a cibercultura, ou seja, confronta as tecnologias tipográficas e as tecnologias digitais de leitura e escrita, assim como os seus efeitos em diferentes modalidades de letramentos.
Segundo SOARES (2002), os mecanismos de produção de leitura e escrita oportunizam aos indivíduos, condições de desenvolvimento de competências variadas de letramentos, considerando que letrar, é uma “ação educativa de desenvolver o uso de práticas sociais de leitura e de escrita, para além do apenas ensinar a ler e a escrever, do alfabetizar”.
Desta forma, as tecnologias digitais podem servir como mecanismo de produção, reprodução e difusão da leitura e da escrita, em práticas de letramentos, com a vantagem de contribuir para a promoção da aprendizagem ativa, superando os tradicionais modelos em que o aluno se apresenta passivo.
No letramento digital, os movimentos de construção do conhecimento promovem o aprendiz ativo, sendo a tecnologia uma ferramenta de apoio aos processos existentes, já que se evidencia como objeto para provocar e potencializar os processos de ensino e de aprendizagem, nos espaços de interação e comunicação. Portanto, as práticas educativas de letramento digital nas escolas suscitam considerar que o letramento preconiza as ações de pesquisa, publicação e comunicação digital.

Referências

SOARES, Magda. Novas Práticas de Leitura e Escrita: Letramento na Cibercultura. Educ. Soc., Campinas, vol. 23, n. 81, p. 143-160, dez. 2002. Disponível em http://www.cedes.unicamp.br. Acesso em 08 maio 2019.

18/04/2019_ “Dissertação/Apresentação"


11/04/2019_ “Leitor ubíquo e suas consequências para a educação"

LEITOR UBÍQUO E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A EDUCAÇÃO Adriana Aparecida de Almeida Marcolin A leitura do capítulo “ Leitor ubíquo e s...