quinta-feira, 30 de agosto de 2018

30/08/2018_ Netiqueta, Clareza, Citação e Diretrizes para o Feedback

PALLOFF, Rena M.; PRATT, Keith. aluno virtual: um guia para trabalhar com estudantes on-line. Porto Alegre: Artmed, 2004.  p. 189-193.

Exposição de fatos 
A escrita on-line requer algumas diretrizes para que o leitor tenha clareza do que está sendo postado e para que a mensagem seja interpretada corretamente.  

Questões 
  • Como deve ser a escrita on-line?
  • Existe uma norma única para a escrita on-line?
  • Onde buscar orientações para escrever adequadamente, antes de publicar uma mensagem?
  • Toda a mensagem precisa atender as  normas de postagem ou numa conversa informal, qualquer escrita é válida?
  • O que é a netiqueta?

Ações
Para responder as interrogações propostas, pretendo ler, refletir e me posicionar criticamente.

Dúvida(s)/comentário(s)/reflexão(es)/ registros sobre o
conteúdo da aula:
A partir dos registros e reflexões, tratar das informações sobre a escrita on-line, torna-se uma das prioridades para quem pretende utilizar os recursos tecnológicos na comunicação. 
Entre as orientações, PALLOFF e PRATT (2004, p.189), destacam que ao escrever on-line, é necessário "ser entendido claramente". e "transmitir seus pontos de vista com eficácia". Também, "evitar incomodar alguém" e "evitar parecer um 'iniciante' na rede", são questões há serem consideradas, no guia construído para orientar o aluno virtual. Percebo com certa frequência, que algumas pessoas são insistentes na obtenção da resposta de suas mensagens, sem considerarem que em determinados momentos o interlocutor está impossibilitado de responder.
As normas ainda chamam a atenção do aluno virtual sobre a digitação em letra maiúscula, já que indica que alguém está gritando. Ainda, abrir novos parágrafos e deixar uma linha em branco entre os parágrafos, podem auxiliar na compreensão do que será lido. 
A objetividade nos textos é importante, considerando que  uma mensagem extensa, independente da relevância de seu conteúdo, poderá ser descartada ou lida parcialmente, conforme exposição de  PALLOFF e PRATT (2004, p.190): "Não se estenda muito. Há muita informação na rede, e quando as pessoas lêem o que você escreveu, querem que você tenha sido direto. Todo mundo está ocupado[...]". Para isso, o ideal é usar parágrafos curtos e se expressar com o mínimo de palavras, já que é mais difícil ler na tela de um computador, se comparado a um livro.
Clareza nas mensagens é imprescindível. Por isso, evitar siglas, abreviaturas e contrações não são recomendadas.
Enfim, sem a intenção de prolongar a leitura deste texto, tornando-o inadequado para sua leitura, de acordo com o exposto, reitero a importância de evitar feedbak de improviso, procurar escrever com clareza e usar parágrafos curtos.

SÍNTESE:

Netiqueta, Clareza, Citação e Diretrizes para o Feedback1

Adriana Aparecida de Almeida Marcolin2  

Em síntese, a partir das reflexões sobre o referido  texto, a escrita on-line adequada, suscita planejamento e ordenação de ideias para que o texto seja agradável ao leitor. 
Para PALLOFF e PRATT (2004, p.189-193), as mensagens devem ser claras, objetivas e destacar com eficácia as questões há serem consideradas. Ainda o texto não pode servir para gritar com o leitor, através de apenas letras maiúsculas ou ser de leitura cansativa, pelo seu tamanho ou pelos parágrafos longos.


REFERÊNCIA

PALLOFF, Rena M.; PRATT, Keith. aluno virtual: um guia para trabalhar com estudantes on-line. Porto Alegre: Artmed, 2004.  p. 189-193.


1 Texto apresentado para a disciplina “Aprendizagem Autônoma e Instrumentalização ao AVEA”, ministrada pela Professora Dra. Adriana Boeira, para o Curso de Especialização Docência na Educação Básica, do Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul – 2018/2.
2  Licenciada em Pedagogia. E-mail: adrianamarcolin@gmail.com

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terça-feira, 28 de agosto de 2018

23/08/2018_Novos papéis para o aluno, o professor e a instituição

Referência(s):
MAIA, Carmem; MATTAR, João. ABC da EAD: a educação à distância hoje. São Paulo: Pearson, 2007.

Exposição de fatos:
As modificações na organização da sociedade alteram a sua estrutura e o seu funcionamento. Com isso, as tecnologias educacionais podem contribuir para alterar a prática pedagógica e envolver as pessoas nos processos de produção do conhecimento.
A educação a distância democratiza a qualificação de professores e gestores.  

Interrogações:
  1. Como a segunda licenciatura, na modalidade EAD, pode qualificar a prática docente?
  2. Quais as vantagens e desvantagens de realizar a Educação Básica na modalidade semi-presencial?
  3. As licenciaturas EAD podem formar as competências e as habilidades necessárias para o trabalho educacional docente?
  4. Como a EAD sistematiza o ensino nos de licenciatura? 
  5. Os processos avaliativos, em plataforma EAD, podem servir para verificar o desempenho dos alunos participantes dessa modalidade?
Ações 
Para responder as interrogações propostas, pretendo ler, refletir e me posicionar criticamente.

Dúvida(s)/comentário(s)/reflexão(ões)/registros sobre o conteúdo da aula:

As propostas de trabalho permitiram refletir sobre as possibilidades da Educação a Distância como uma modalidade de ensino e aprendizagem, já que tem o objetivo de democratizar o acesso, flexibilizando o tempo em qualquer espaço. De acordo com Maia e Mattar (2007, p. 83), “[...] a EAD traz novas (e diversas) possibilidades e oportunidades de aprendizagem para os alunos, independentemente de sua localização geográfica ou dos horários em que possam estar disponíveis para frequentar um curso”. Esta flexibilização se refere à possibilidade de o aluno fazer seu próprio planejamento de tempo e local de estudos.
A questão mais polêmica apresentada suscitou discussões sobre o aproveitamento dos alunos na modalidade a distância, em relação ao ensino presencial. Para isso, a proposição de Maia e Mattar (2007, p. 85), orienta para a necessidade de autodeterminação e orientação, assim como a capacidade de organização:


Os aprendizes devem ter novas habilidades para serem capazes de estudar em ambientes informatizados de aprendizagem, característicos da sociedade da informação e do conhecimento: autodeterminação e orientação, capacidade de selecionar, de tomar decisões e de organização.
           


            Um aprendiz virtual, conforme esta perspectiva necessita um comportamento autônomo, desenvolver estratégias, confiar nos recursos e estar motivado aos estudos. Assim, se tornará um gestor do seu conhecimento e poderá qualificar sua aprendizagem.



Síntese:


Novos papéis para o aluno, o professor e a instituição1

Adriana Aparecida de Almeida Marcolin2  

Pelo presente texto, proponho apresentar uma reflexão sobre a educação a distância (EaD), com base na obra de Maia e Mattar (2007, p. 83–89), os quais apontam que o progresso na referida modalidade, somada às atuais mídias interativas, propõem um novo panorama educacional, onde alunos, professores e instituições passam a desempenhar novos papéis.
Entre as possibilidades e oportunidades de aprendizagem para os estudantes, é possível admitir que a EaD democratiza o acesso ao ensino, já que o aluno ‘universal’ pode frequentar a instituição de ensino e interagir com os materiais de curso e colegas participantes, em qualquer lugar do planeta. De outra forma, o aprendiz virtual deverá ter à disposição um ambiente virtual adequado às suas necessidades ou programado para suas experiências a distância, com a constante preocupação na aprendizagem.
A sociedade do conteúdo e do conhecimento corrobora para desafiar o aprendizado, utilizando-se de diferentes abordagens e linguagens, que tratam e processam informações, preconizando habilidades como a metacognição, por exemplo, já que suscita a análise de questões e promove o feedback da compreensão.
Para isso, o aprendiz virtual de sucesso precisa ter acesso a recursos tecnológicos e midiáticos interativos e eficientes, para que se constitua em perfil autônomo, o qual se preconiza organização adequada dos estudos e habilidades subjacentes. Nesse caso, o aluno é gestor e programador de sua aprendizagem, devendo ser mais responsável e disposto à autoaprendizagem.
Participar e trabalhar conjuntamente é outra característica do aluno virtual, ressaltando que o trabalho em equipe requer senso crítico, organização e compromisso com os objetivos a serem alcançados. Dessa forma, as diferentes possibilidades, numa organização espaço-temporal planejada, pode promover um ensino e uma aprendizagem qualificada, com possibilidades acessíveis às necessidade de cada pessoa e desafiadoras no gerenciamento das prioridades e metas a serem alcançadas.
Com base no exposto, afirmar que o sucesso da aprendizagem depende da instituição é uma afirmação ingênua, considerando que apesar dos recursos e do universo de informações, o aluno virtual deve estar disposto, em todos os momentos, a interagir, explorar, criar, ser proativo, enfim, estar permanentemente comprometido com a tarefa.

REFERÊNCIA

MAIA, Carmem; MATTAR, João. ABC da EaD: a educação à distância hoje. São Paulo: Pearson, 2007.



1 Texto apresentado para a disciplina “Aprendizagem Autônoma e Instrumentalização ao AVEA”, ministrada pela Professora Dra. Adriana Boeira, para o Curso de Especialização Docência na Educação Básica, do Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul – 2018/2.
2  Licenciada em Pedagogia. E-mail: adrianamarcolin@gmail.com
           







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